
Cada passo de vida é uma sombra esquecida pelo mar a dentro, meu puro mar, minha imagem de consolo, de ternura.
Falta-me cada sorriso que sempre me deste em cada onda que fizeste, não posso, não me posso recordar de algo que nunca fizeste com toda a tua força.
Tens o talento de me iluminar um olhar, esquecer o passado e o futuro, vivendo o presente num verdadeiro sonho.
Não quero acreditar no que o destino me diz quando me troca as voltas e me faz olhar-te da forma que ninguém mais olha, como eu te olho.
No teu profundo azul guardas a alma de um livro cheio de histórias puras para contar, onde os nossos caminhos se cruzam tantas e tantas vezes como um nó cego.
Não quero, não quero perder toda a tua forma, toda a onda desse original feitio, não posso, nem devo, não quero. Cada alma tua é um pedaço de mim que se afoga mas que me liberta de um passo para o abismo, forte e enrolado.
Estás aqui, onde a manhã te pede mais que um sorriso, pede uma verdade, um sentimento afogado na tua beleza pessoal, tua beleza natural, escuto com toda a atenção a tua voz que os meus ouvidos escutam sem terminar, fecho os olhos, sinto.
Sinto o respirar que me aquece alma que gela a cada passo, uma lágrima pequena evade-me o rosto, evade-se no horizonte, para onde a levaste? Não quero saber, não me interessa, percorro agora o meu caminho sem ela, mas meu mar, puro mar rasgado de ondas puras o meu desejo é percorrer cada caminho não com o que me levaste mas contigo.
Não quero a lágrima que levaste, mas quero-a retribuída num sorriso teu onde uma onda nos rodeia, nos ilumina, nos chama, nos acolhe eternamente, nos ama.
Falta-me cada sorriso que sempre me deste em cada onda que fizeste, não posso, não me posso recordar de algo que nunca fizeste com toda a tua força.
Tens o talento de me iluminar um olhar, esquecer o passado e o futuro, vivendo o presente num verdadeiro sonho.
Não quero acreditar no que o destino me diz quando me troca as voltas e me faz olhar-te da forma que ninguém mais olha, como eu te olho.
No teu profundo azul guardas a alma de um livro cheio de histórias puras para contar, onde os nossos caminhos se cruzam tantas e tantas vezes como um nó cego.
Não quero, não quero perder toda a tua forma, toda a onda desse original feitio, não posso, nem devo, não quero. Cada alma tua é um pedaço de mim que se afoga mas que me liberta de um passo para o abismo, forte e enrolado.
Estás aqui, onde a manhã te pede mais que um sorriso, pede uma verdade, um sentimento afogado na tua beleza pessoal, tua beleza natural, escuto com toda a atenção a tua voz que os meus ouvidos escutam sem terminar, fecho os olhos, sinto.
Sinto o respirar que me aquece alma que gela a cada passo, uma lágrima pequena evade-me o rosto, evade-se no horizonte, para onde a levaste? Não quero saber, não me interessa, percorro agora o meu caminho sem ela, mas meu mar, puro mar rasgado de ondas puras o meu desejo é percorrer cada caminho não com o que me levaste mas contigo.
Não quero a lágrima que levaste, mas quero-a retribuída num sorriso teu onde uma onda nos rodeia, nos ilumina, nos chama, nos acolhe eternamente, nos ama.
Carolina Cruz
Dezembro 2008
3 comentários:
MUY BIEN! C:
escreves mt bem
Está de sonhos mesmo! :D
Continua
Enviar um comentário