segunda-feira, 6 de abril de 2009

Pergunto-me



Pergunto-me muitas vezes quem sou, e quem eu quero que acompanhe o meu percurso ao longo de toda a minha vida.
Tenho um nó forte na garganta, grito em silêncio à procura da minha alma, e não a encontro, lá atrás o sorriso de orelha a orelha mas a lágrima fundida no canto do olho.
Talvez amanhã será um novo dia, um dia novo, mas não creio na realeza do mundo nem da verdade, mas eu sei o que procuro, procuro a felicidade.
A felicidade é ouro, é vida, não vivo de outra forma, e as melhores pessoas sabem, compreendem e vivem comigo da forma como me completam, como sentem.
Tenho o rosto encoberto pela justiça e a mão aberta para a quem quiser receber, não sou influenciável, sou realista, verdadeira, pouco materialista.
Este mundo não entende, não percebe, não ouve, somos donos do nosso mundo e da nossa mesma verdade, incompreendida a fundo e em saudade.
Guardo na alma os verdadeiros, só quem lá merece estar, no meu caminho os pioneiros que eu sinto nunca vou deixar.




Outubro 2008
Carolina Cruz

2 comentários:

ritaalves disse...

adorei amiga , adorei

Diana Amador disse...

Que mais posso eu dizer! Cada vez melhor...