A vida é para aqueles que pedem demais e tanto têm.
Os sentimentos que cruzam os meus pensamentos são fracos, laços, e o sorriso é tão pequeno que nem se fixa aos meus lábios.
Até a inspiração para escrever é pouca, estou-me a sentir perdidamente louca, demente, mouca!
Não quero ouvir o que o destino me diz, não quero sentir a parte tão rígida do que é amar, do que é sofrer.
Perdi o sentido da cantiga, o sentido da fala, da procura, já nada pode voltar, não existe cura que me faça de novo voltar a amar.
A vida é um caminho que percorremos na incerteza com a maior firmeza de encontrar algo que nos faça sorrir, que nos faça sentir aquilo que ninguém sente, de maneira tão intensa.
Mas eu perdi a firmeza, vivo sem fim na tristeza, na falta de esperança, que cresceu em mim desde criança.
Era tudo tão puro, e tão cedo se esbateu no escuro, sem formas e contrafeitos, esquecidos entre todos aqueles momentos perfeitos.
Contigo aprendi a viver, a esquecer os problemas e até a enfrentá-los vezes sem conta, mas sem ti, esqueço que sou alguém, esqueço que existo, que vivo, sem ti não sou ninguém.
Os sentimentos que cruzam os meus pensamentos são fracos, laços, e o sorriso é tão pequeno que nem se fixa aos meus lábios.
Até a inspiração para escrever é pouca, estou-me a sentir perdidamente louca, demente, mouca!
Não quero ouvir o que o destino me diz, não quero sentir a parte tão rígida do que é amar, do que é sofrer.
Perdi o sentido da cantiga, o sentido da fala, da procura, já nada pode voltar, não existe cura que me faça de novo voltar a amar.
A vida é um caminho que percorremos na incerteza com a maior firmeza de encontrar algo que nos faça sorrir, que nos faça sentir aquilo que ninguém sente, de maneira tão intensa.
Mas eu perdi a firmeza, vivo sem fim na tristeza, na falta de esperança, que cresceu em mim desde criança.
Era tudo tão puro, e tão cedo se esbateu no escuro, sem formas e contrafeitos, esquecidos entre todos aqueles momentos perfeitos.
Contigo aprendi a viver, a esquecer os problemas e até a enfrentá-los vezes sem conta, mas sem ti, esqueço que sou alguém, esqueço que existo, que vivo, sem ti não sou ninguém.
Carolina Cruz , Julho 2008
2 comentários:
Carolina, não percas a esperança! Nunca mesmo, está bem ? <3
tao bonito...
mas concordo aqui com a aninha...
beijinho
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